Artdeco, Dita Von Teese

Me segura, que meu coração não aguenta!

Se tem uma coisa que mexe comigo e me arrepia até o último fio de cabelo, é a tal da edição limitada. Não sei o que acontece, mas eu simplesmente SEMPRE quero alguma coisa, nem que seja um mísero produtinho. Quando as embalagens são bonitas e o tema é legal então, aí é que meu coração aperta mesmo! Agora… Dita Von Teese, Artdeco? Pegou Pesado.

A Coleção de Outono de 2012 da Artdeco veio mais retrô do que nunca. Com um ar burlesco Hollywoodiano que só ela é capaz de exalar, Dita lançou os seus “favoritos”. Uma coleção imensa, que consiste em uma lista interminável de blushes, sombras, rímeis, esmaltes, batons, delineadores, corretivos, pós, batons líquidos, cílios postiços, base e iluminadores! Ufa.. Com uma lista assim tão longa, é impossível não se apaixonar por nada né?

Agora eu estou aqui, sofrendo na frente do computador e tentando escolher o que eu vou pedir pela Beauty Bay. Alguém tem alguma dica?

Pra quem quiser ter uma ideia de preço antes de olhar no site e cair dura de susto, lá vai alguns:

Esmalte Ceramic Nail Lacquer 18 Dita Von Teese 6ml – R$33.31
Batom Líquido ARTDECO Lip Lacquer – R$52.61
Batom ARTDECO Art Couture Velvet Lipstick- R$60.10
Sombras matt e glamour – R$19.50
Cílios Postiços ARTDECO Dita Von Teese Strip Eyelashes – R$ 45.16

 

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Dermocosméticos

Achei que seria interessante inaugurar essa sessão do blog, explicando um pouquinho o que são os dermocosméticos. Afinal, qual é a diferença entre cosméticos, dermocosméticos e medicamentos para uso tópico?

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O assunto é um pouco confuso, já que não existe oficialmente essa classe de substâncias chamada dermocosméticos (ou cosmecêuticos, dermacêuticos, cosméticos funcionais, dentre outros nomes usados para chamar o mesmo tipo de produto).

Segundo as normas americanas, os cosméticos seriam substâncias que não causam mudanças na pele quando em contato com ela. São os produtos destinados a embelezar e melhorar a aparência, não precisando comprovar sua eficácia ou segurança antes de serem lançados. Já os medicamentos seriam os produtos para alívio, prevenção ou tratamento de alguma doença. Esses sim, precisam comprovar segurança e eficácia antes da comercialização.

No Brasil, a ANVISA diz que os cosméticos são substâncias para uso externo nas diferentes partes do corpo, com objetivo de limpar, perfumar, alterar a aparência, corrigir odores, proteger ou manter esse local em bom estado. Bem vago, né? Mas aqui, esses produtos precisam comprovar, pelo menos, a sua segurança. Ufa!

O problema disso tudo é que não existe nenhuma substância que não provoque alterações na pele. Algumas provocam mais e outras menos, mas todas causam alguma mudança. Até a água, se deixada por tempo suficiente em contato com a pele, provoca uma série de mudanças e é só a gente deixar a mão de molho, por muito tempo, pra perceber! Mas como sabemos que o estrago de um batom que resseca a boca nem se compara com o de um creme que provoca alguma reação grave na pele, não adianta querer colocar tudo no mesmo balde.

Por isso, algumas pessoas tem defendido que seja criada uma nova classe de produtos para a pele: os dermocosméticos. Estes seriam produtos de uso tópico que causam mudanças na pele, mas sem pretensões de tratar doenças. Entretanto, eles podem ter uma função preventiva, não servindo, necessariamente, apenas para embelezar.

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Na prática, pretendo usar essa sessão para falar dos produtos para embelezar e prevenir que possuam testes comprovando a sua eficácia. É claro que um produto que não tenha esses testes pode sim funcionar, como também um que possua testes do tipo (que nem sempre estão 100% certos) pode não funcionar para algumas pessoas. Cada pele responde diferente e, por isso, deve ser avaliada individualmente por um dermatologista.

Outra coisa é que não adianta o produto usar um monte de substâncias com eficácia comprovada. Ele tem que provar que é capaz de fazer essas substâncias penetrarem e agirem na parte certa da pele. Por isso, precisam de testes com os próprios produtos e, de preferência, na pele de pessoas reais (claro que, depois de serem aprovados nas etapas laboratoriais, demonstrando segurança para o uso).

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Provavelmente, vou querer falar também de uma ou outra coisa que não tenha toda essa tecnologia, mas que eu ache interessante mesmo assim. Nesses casos, minha opinião vai ser a de mera consumidora e não usarei essa sessão.

É isso! Espero que esse post tenha sido útil. Se vocês tiverem sugestões sobre o tema, serão super bem-vindas. Mas tenho que manter sempre um enfoque informativo, e, em nenhum momento, nada disso pode ser considerado uma consulta, beleza? Nada de falar sobre casos individuais. Primeiro porque é impossível avaliar uma pessoa a distância, fora do ambiente e contexto adequado (isso pode prejudicar mais do que ajudar, na verdade). E, segundo, porque o código de ética médica proíbe (com razão), e não quero ser processada, né?

Esclarecimento importante:

Este é um blog pessoal e não profissional. As resenhas aqui postadas refletirão apenas a minha opinião sobre o assunto. Sempre que achar útil, acrescentarei informações relevantes sobre o tema, com o objetivo de esclarecer os leitores. Em nenhum momento, farei propaganda dos produtos aqui mencionados.

Sempre consulte um dermatologista antes de utilizar qualquer dermocosmético. Um produto não apropriado para a sua pele (mesmo sendo uma maravilha na de outra pessoa), pode te trazer mais prejuízos do que benefícios.

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